Crítico da cultura ocidental e suas religiões e, consequentemente, da
moral judaico-cristã. Nietzsche é, juntamente com Marx e Freud, um dos
autores mais controversos na história da filosofia moderna, isto porque,
primariamente, há certa complexidade na forma de apresentação das
figuras e/ou categorias ao leitor ou estudioso, causando confusões
devido principalmente aos paradoxos e desconstruções dos conceitos de
realidade ou verdade como nós ainda hoje os entendemos.
Abraços a todos!!
Nietzche foi um filósofo, escritor, poeta, filólogo e músico alemão. É tido como um dos mais influentes e importantes pensadores modernos do século XIX. Em suas obras, teceu críticas a cultura, religião e filosofia ocidentais. Defendeu a desconstrução dos conceitos que integrava a cultura ocidental do século XIX. Defendia a ideia de que para libertar, o pensamento deveria ser livre de qualquer forma de controle cultural e moral.
ResponderExcluirPrincipais obras:
Umas de suas principais obras:
- O Nascimento da Tragédia no Espírito da Música (1872)
- A Filosofia na Idade Trágica dos Gregos (1873)
- Sobre a verdade e a mentira em sentido extramoral (1873)
- Considerações Intempestivas (1873 a 1876)
- Humano, Demasiado Humano, um Livro para Espíritos Livres (1886)
Frases :
Frases
- "Em uma importante vitória, o que existe de melhor, é que ela tira do ganhador o medo de uma derrota."
- "O que não provoca minha morte faz com que eu me torne mais forte".
Aluna:Letícia Pinheiro Silva, terceiro ano A
Friedrich Nietzsche nasceu no seio de uma família protestante – o pai e os dois avôs eram pastores, ele cresceu praticamente direcionado para a mesma vocação. Ao se tornar adolescente, porém, sua vida mudou radicalmente de rumo. Seus estudos, principalmente os de filologia, o distanciaram da crença em Deus e de qualquer inclinação para as pesquisas teológicas.
ResponderExcluirO filósofo passa a escrever incessantemente, lançando Assim Falou Zaratustra, em temporada passada na cidade de Nice. Esta fase tem fim com um novo problema de saúde, desta vez mental. Não se sabe se provocada por uma sífilis ou por um tumor cerebral, Nietzsche tem um surto de loucura, a partir de 1889, que o acompanha até sua morte. Durante este período ele fica sob a guarda da mãe e da irmã, que se aproveita de sua incapacidade intelectual e psíquica para distorcer seus textos a favor da causa nazista, sempre rejeitada por Nietzsche. Os escritos deste filósofo, ao longo desta perturbação, revelam uma identidade fragmentada, que ora assume características do mítico Dionísio, ora encarna a figura de Jesus, antes de se refugiar completamente no silêncio, quando então morre na cidade de Weimar, a 25 de agosto de 1900.
Frases do livro “Assim falou Zaratustra”:
“O medo é o pai da moralidade”
“Não é a força, mas a constância dos bons sentimentos que conduz os homens à felicidade.”
“As convicções são inimigas mais perigosas da verdade do que as mentiras.”
“Homens superiores, o pior que tendes é não haver aprendido a dançar como é preciso dançar: a dançar por cima das vossas cabeças!”
Aluna: Sara Teixeira, terceiro ano A
Vídeo resumo sobre a formação da personalidade segundo Freud.
ResponderExcluirhttps://youtu.be/AECr6BoLOig
Aluno: Luan Guerra 3°C
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ResponderExcluirNietzsche não gostava muito da igreja católica. A afirmação que fez na obra O Anticristo, de que “Deus está morto”, causa mini enfartos nos cristãos até hoje. A principal ideia que o filósofo atacava era a da moral cristã. Para ele, os cristãos não são bons (ou tentam ser) porque se preocupam com o próximo. Eles são bons porque têm medo de queimar no inferno. Não é uma bondade genuína. Segundo ele, é nesse medo da punição em que se baseia toda a fé cristã. Por isso, ele propôs uma ideia de ética que dependia simplesmente da própria pessoa — que não deveria acreditar em recompensas além da vida ou em deuses que o tratassem como gado. Ou seja, a pessoa seria boa simplesmente porque assim ela se sentiria bem consigo mesma e não porque uma entidade superior e vingativa puxaria seu pé à noite.
ResponderExcluirEle não via sentido em negar o sexo, o corpo e o amor. O filósofo se perguntava: “Que validade tem, afinal de contas, ser cristão se este vive ameaçado pela terrível punição de ser excluído da presença de Deus se não se comportar ‘bem’?”. Isso sem falar na noção de culpa que vem de brinde. Por isso, Nietzsche defendia o fim da moral cristã, atacando sua principal incentivadora: a Igreja. Mas, diferente de Marx, por exemplo, ele não achava que seria preciso uma revolução para isso. Mas, sim, um questionamento individual que faria cada um perceber que ser cristão era entregar sua vida a uma ilusão sem sentido.
Aluna: Isabelle Cristine - 3ºA
Segundo Nietzsche, o sofrimento é algo vantajoso na vida, uma vez que sem ele não há vitória ou sucesso. O sofrimento e o fracasso podem ser vantajosos quando vistos como desafios a serem superados.
ResponderExcluirNietzsche almejava o topo, o ponto mais alto a que o homem pode chegar, pois, segundo ele, é do ponto mais alto que desfrutamos da melhor vista, mas chegar ao topo é também o caminho mais difícil e não há estrada linear até lá.
A questão é como encaramos o sofrimento, as dificuldades, os fracassos. Nem tudo aquilo que nos faz sofrer é necessariamente ruim, assim como nem tudo que nos dá prazer necessariamente nos faz bem.
“O que não provoca minha morte faz com que eu fique mais forte.” – Nietzsche
Aluna: Camilla Gama e Silva - 3ªC
"A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez."
ResponderExcluirFriedrich Nietzsche
Aluno: Felipe Matos 3°C
pensamento dos séculos XX e XXI. Hoje, Nietzsche ainda desperta um grande interesse, tanto no meio acadêmico, como fora dele. O número de teses no mundo sobre Nietzsche é impressionante, imenso. Nietzsche vende ainda hoje, mesmo que as pessoas não o consigam acompanhar, devido à sua erudição, e é preciso ter um certe trato para conseguir entendê-lo. Quando você se relaciona com o pensamento de Nietzsche, uma coisa evidente desde o início é que Nietzsche é extremamente crítico, principalmente à história da filosofia.
ResponderExcluirNietzsche é um pensador do século XIX, século é marcado pela euforia moderna – de forma geral, um século marcado pelo máximo da crença na ciência e no pensamento como um veículo de transformação social, principalmente a ciência, visto através dela que as dores seriam resolvidas.Ademais, Nietzsche estuda grego arcaico, a Ilíada, Homero, os gregos pré-socráticos, cujos pensamentos são anteriores ao nosso modo de pensar, modo de pensar que nasce com Sócrates e Platão. O que caracterizava os pré-socráticos era a Arte, como mediação entre as coisas. A idéia de verdade não era clara, não era uma idéia que ainda tinha sido inventada. Então, o que marcava o pensamento pré-socrático era o pensamento fundado no devir, que é a vida como um processo de transformação constante, ou seja, tudo muda o tempo inteiro, nada é fixo. Tudo gira em torno desse fluxo contínuo, tudo é transformação.
Nietzsche era atraído pela idéia da transformação, ponto importante na filosofia de alguns filósofos pré-socráticos. Para Heráclito, por exemplo, nenhuma transformação acontecia por acidente, e sim, eram movidas por uma espécie de força divina. Está presente em todas as coisas materiais, e mantém tudo num fluxo perpétuo de transformação. Para Nietzsche, os pré-socráticos eram os verdadeiros filósofos – que conjugaram de igual maneira a arte, o pensamento e o saber.
Nietzsche era filho de pastor, e seguia uma linhagem de pregadores, tradicionalmente. Estava inserido numa cultura cristã extremamente rígida. Essa guerra travada entre a modernidade, o cristianismo e o pensamento arcaico teve algum efeito na mente de Nietzsche, fazendo explodir um pensamento extremamente rico para a época e que marca o fim do século XIX. O que é fato é que o século XIX passa – obrigatóriamente – por Nietzsche.
Niilismo de Nietzsche: (Muito) basicamente, o niilismo é a descrença total nos valores impostos pela sociedade. Para os niilistas, a vida não deve ser regida por nenhum tipo de padrão que nos foi ensinado pela escola, pelos pais ou assistindo à TV Cultura. Deus? Não acredito. Pecado? Não acredito. Lady Gaga como a nova Madonna? Faça-me o favor... Não é a toa que Nietzsche era um verdadeiro hater da moral cristã. E o que acontece quando se deixa de acreditar no sentido das coisas? A pessoa cai no vazio absoluto. Restaria apenas esperar pela morte. Mas Nietzsche não acreditava nisso como saída, para ele, quando se mata Deus, a pessoa se torna responsável por criar suas próprias regras, usando o conceito de Eterno Retorno como guia.
ResponderExcluirBrenda Anjos- 3º C
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ResponderExcluirFriedrich Wilhelm Nietzsche foi um filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor alemão do século XIX.Ele escreveu vários textos críticos sobre a religião, a moral, a cultura contemporânea, filosofia e ciência, exibindo uma predileção por metáfora, ironia e aforismo.
ResponderExcluirAlgumas obras:
. Aurora, Reflexões sobre Preconceitos Morais (1881)
. A Gaia Ciência (1882)
Algumas frases:
. "Não poderia existir felicidade, jovialidade, esperança, orgulho, presente, sem o esquecimento."
. "O ser humano preferirá ainda querer o nada a nada querer..."
Aluna: Thamily de Souza Brito 3º ano A
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ResponderExcluirNietzsche foi um crítico mordaz dos valores do racionalismo iluminista e dos valores morais e religiosos de nossa época. Ele constatou que noções como verdade, justiça, razão, bem, mal, virtude, Deus foram relativizados no mundo moderno como conseqüência do progresso técnico e científico.É considerado o filósofo dos instintos e da vontade de potência, sendo inimigo do “amolecimento moderno dos sentimentos” e condenando o homem moral, fraco e religioso.A filosofia de Nietzsche é uma filosofia dos afetos, das paixões e desejos, que contempla o individualismo, a força, a abundância e os instintos de vida. Para ele filosofar não era uma atitude teórica e contemplativa, mas uma atitude prática que se enraíza na vida, um ato de libertação de toda subjugação, de toda moral, de toda deformação e de tudo aquilo que nos prende a religiões, grupos e ideologias.
ResponderExcluirAluna: Michelle Brito- 3°C
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ResponderExcluirNietzsche considera a "morte de Deus" em sua filosofia, que na visão dele quer dizer que a ciência esta avançando tanto que esta destruindo a figura de Deus para as pessoas, pois antigamente coisas que so podiam ser explicadas por esse ser divino, passaram a ter explicação a partir da ciência.
ResponderExcluirEle também tem a ideia de que a realidade não é repartida em duas, o fenômeno e a coisa em si. Considera que este mundo é a única parte da realidade e que não devemos rejeitá-lo ou nos afastarmos dele, mas viver nele com plenitude.
A meta, segundo Nietzsche, seria o super homem e não a humanidade, que para ele era mera abstração, não existindo em realidade, sendo apenas um imenso formigueiro de indivíduos.
Opção candeias 3°c
Georgia Fernandes
Em Crepúsculo dos Ídolos, Nietzsche aprofunda sua avaliação do problema
ResponderExcluirque advém do abandono do dionisíaco e do surgimento da filosofia, da sua
racionalidade, e da moral. Ele reconhece nos filósofos uma postura de negação à vida, e
vê Sócrates9
como o sintoma mais grave do declínio e da dissolução grega, o verdadeiro
antigrego. O problema de Sócrates10, como Nietzsche denomina, é essa exaltação do
lógico, da razão, do conhecimento científico, uma equação onde razão é igual virtude e
virtude igual felicidade11. Sócrates está relacionado com a derrota daquilo que Nietzsche
denomina gosto nobre, e é contra os instintos dos gregos antigos, disse não à vida, se
opôs ao pensamento afirmativo da vida e à tragédia, exaltou unicamente o aspecto
lógico-racional dando início, assim, a uma época de decadência presente até os tempos
atuais.
Além de Sócrates, Nietzsche assinala Platão como um também
pseudogrego, como um dos primeiros decadentes. Em sua concepção, Sócrates e Platão
apresentam a mesma postura de negação á vida. O conceito de bom como o supremo vai
contra os instintos dos gregos pré-socráticos, “Platão é um covarde perante a realidade –
portanto, refugia-se no ideal” (Nietzsche, 2006, p. 103). Foi ele, com toda uma moral,
que instaurou a concepção de ideal, de patamar superior, de bem como sustentador do
mundo ideal que possibilitou naturezas nobres esbarrarem na “cruz”. O autor afirma:
Platão é pré-cristão.
Opcão Centro - Matheus Mendes 3° A
Friedrich Nietzsche, concordou com a visão de mundo de Schopenhauer em três questões, a inexistência de Deus, da alma, a falta de sentido da vida, constituída de sofrimento e luta, impelida irracionalmente pela ‘’vontade’’, mas ao contrário dele, Nietszche não vê a realidade repartida em duas, o fenômeno e a coisa em si e para ele este mundo é a única parte da realidade, não devemos rejeitá-lo ou nos afastarmos dele, devemos viver em plenitude. O filósofo ataca à moral e aos valores existentes na sociedade contemporânea que, para ele, derivam de civilizações já inexistentes, como a grega e a judaica, e de religiões em a maioria já não têm fé. Considerando que tais valores não têm origem divina, afirma que somos livres para negá-los e escolhê-los e é a vontade de ‘’poder’’ que permite ao indivíduo desenvolver seu potencial máximo de modo a tornar-se um ‘’super-homem’’.
ResponderExcluirColégio Opção Candeias
Ana Beatriz Morais Santos - 3ª série C
Friedrich Wilhelm Nietzsche ( /ˈniːtʃə/[8] ou /ˈnitʃi/[9]) nasceu numa família luterana, em 15 de outubro de 1844. Filho de Karl Ludwig, seus dois avós eram pastores protestantes.[10] O próprio Nietzsche pensou em seguir a carreira de pastor: entretanto, rejeitou a crença religiosa durante sua adolescência e o seu contato com a filosofia afastou-o da carreira teológica. Iniciou seus estudos no semestre de inverno de 1864-1865 na Universidade de Bonn em filologia clássica e teologia evangélica.Seu estilo é aforismático, escrito em trechos concisos, muitas vezes de uma só página, e dos quais são pinçadas máximas. Muitas de suas frases se tornaram famosas, sendo repetidas nos mais diversos contextos, gerando muitas distorções e confusões. Algumas delas:
ResponderExcluir"A filosofia é o exílio voluntário entre montanhas geladas."
"Nós, homens do conhecimento, não nos conhecemos; de nós mesmo somos desconhecidos."
"Não me roube a solidão sem antes me oferecer verdadeira companhia."
colégio opção centro
aluna: Rayssa souza 3ºano A
Além-Homem é o termo originado do alemão Übermensch, descrito no livro Assim Falou Zaratustra (Also sprach Zarathustra), do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, em que explica os passos através dos quais o Homem pode tornar um 'Além-Homem' (homos superior).
ResponderExcluir- Através da transvaloração de todos os valores do indivíduo;
- Através da sede de poder (vontade de potência), manifestado criativamente em superar o nihilismo e em reavaliar ideais velhos ou em criar novos.
- E, de um processo contínuo de superação.
O além-homem foi contrastado com a ideia do "último homem", que é a antítese do Übermensch. Visto que Nietzsche não era considerado um exemplo de Além-homem em seu tempo, (através do “porta voz” de Zarathustra), ele declarou que havia muitos exemplos de últimos homens. Zarathustra atribui à civilização de seu tempo a tarefa de preparar o vinda do Übermensch. Na compreensão deste conceito, entretanto, tem-se que recordar a crítica ontológica de Nietzsche quanto ao assunto individual que reivindicou “uma ficção gramatical”.
É comum a tentativa relacionar o Super Homem ("übermensch") de Nietzsche com o Super Homem da DC. Mas, apesar de Henry Cavill responder a todos os quesitos estéticos da sociedade moderna, ele não tem nada a ver com as ideias nietzschianas. Segundo o filósofo especialista em Nietzsche Oswaldo Giacóia, da USP, o Super Homem (ou Além do Homem) poderia ser representado por aquele que encarara a vida sem as muletas que o homem usou até hoje para poder suportar a existência, como a religião ou a moral, por exemplo. Segundo Nietzsche, estas muletas seriam uma negação da morte. Seria por causa dessa negação que as pessoas acreditariam em falsas promessas como o paraíso, por exemplo. Portanto, o Super Homem seria um ser superior, uma ideia melhorada de nós mesmos: não na força, mas no psicológico.
Durante muito tempo, as ideias do filósofo foram usadas pelos nazistas como justificativa para os horrores da Segunda Guerra Mundial. Grande parte por conta da má interpretação de alguns estudiosos — que também contou com uma ajuda da irmã de Nietzsche, Elizabeth.
Colégio Opção - Candeias
Marcos Menezes - 3º ano C
A civilização, de acordo com o Nietzsche, foi criada pelos fortes, pelos inteligentes, pelos homens competentes, os líderes que se destacaram da massa. Moralistas como Sócrates e Jesus, porém, negaram essa realidade em nome dos fracos.
ResponderExcluirPropagando uma moral que protegia os fracos dos fortes, os mansos dos ousados, que valorizava a justiça em vez da força, eles inverteram os processos pelos quais o homem se elevou acima dos animais e exaltaram como virtudes características típicas de escravos: abnegação, auto-sacrifício, colocar a vida a serviço dos outros.
O pensamento nietzschiano pode ser avaliado sob duas perspectivas. Por um lado, ele postula um supremo desafio ético ao propor uma reavaliação radical dos valores morais da humanidade. Nesse sentido, ele apresentou o problema sobre o qual iriam se debruçar muitos filósofos do século 20, a partir dos existencialistas.
Não se pode falar de Nietzsche sem comentar o aspecto literário de sua obra. A maioria de seus livros não é escrita no tipo de prosa dissertativa característica da filosofia, com argumentos e contra-argumentos expostos na íntegra.
Hugo Souza - 3° Ano A
"É preciso estudar as misérias dos homens, incluindo entre essas misérias as ideias que eles tem quanto aos meios para combate-las" Friedch Nietzsche
ResponderExcluirIsaque Alexandre 3 ano A
Nietzsche como filólogo e filósofo tinha como base a desconstrução de conceitos da cultura vigente, ele acreditava que o pensamento deveria ser livre de controle moral ou cultural. Era um ateu militante, tecendo críticas à religião e também foi um grande admirador do filósofo russo Dostoiévski.
ResponderExcluirUma de suas obras mais famosas foi “Assim falou Zaratustra: um livro para todos e para ninguém” , escrito em três volumes entre 1883 e 1885 e, posteriormente o autor decidiu escrever mais três volumes, mas concluiu apenas mais um – sendo então a obra composta por quatro volumes, mas que após a morte de Nietzsche foi impressa em volume único. O livro utiliza da poética para abordar a história de um filósofo que se autonomeia Zaratustra após a fundação do Zoroastrismo na antiga Pérsia, com pitadas de ironias e sátiras do Velho e do Novo Testamento da Bíblia. Os volumes contém diversos episódios que podem ser lidos em qualquer ordem.
Só com uma base da sinopse desse livro já é possível perceber que Nietzsche era um escritor notável (pela força de suas ideias), sendo difícil um leitor ficar indiferente a sua leitura, se posicionando contra ou a favor. Ele escrevia contra tudo o que era estabelecido e escrevia sobre temas não convencionais para a época, tais como o feminismo e o socialismo.
Durante muitos anos foi professor universitário em Basel. Porém, além de uma personalidade soturna e ser considerado um tanto esquisito, Nietzsche deixou seu trabalho devido a diversas doenças (cegueira – conta-se que o filósofo tinha 15 graus de miopia – além de dores de estômago e enxaquecas). Sua vida a partir daí ficou mais conturbada, migrando de pensão em pensão pela Itália e Suíça. Sua biografia também ficou associada a episódios de loucura, como quando ele defendeu um cavalo que era espancado pelo cocheiro, seguido de um choro compulsivo e desmaio. Quando acordou, Nietzsche martelava seu piano, soltava ruídos e estava fora de si.
Depois dessa época, foi encaminhado para uma clínica psiquiátrica e depois foi morar com a mãe. Morreu em 1900, de causas desconhecidas, pois sua biografia não tem muitos relatos sobre essa época. Alguns afirmam que estava com demência, causada pela sífilis que ele havia contraído anos atrás.
Emile Cremasco - 3 ano (centro)
Nietzsche foi um filósofo alemão que fez duras críticas ao cristianismo e a sociedade, correndo vários riscos para abrir novos horizontes para a experiência humana na história. Ele desacredita das doutrinas igualitárias por lhe parecerem “imorais” pois impossibilita que se pense nos valores sociais, pois ele recusa o socialismo. A miséria no contexto da frase pode ser vista como a ilusão da igualdade absolutamente irreal, e a fantasia com um mundo utópico na Terra, mesmo ignorando a maldade humana. A ideia de se combater a miséria, eram os regimes absolutamente cruéis criados por ideologias humanas, como o comunismo, que teoricamente visam promover as ideias igualitárias de Karl Marx.
ResponderExcluirAntonio Renato 3 ano A
Principais obras
ResponderExcluir– 1872: O Nascimento da Tragédia no Espírito da Música
– 1873: A Filosofia na Idade Trágica dos Gregos
– 1873: Sobre a verdade e a mentira em sentido extramoral
– 1873 a 1876: Considerações Intempestivas
– 1881: Aurora, Reflexões sobre Preconceitos Morais
– 1882: A Gaia Ciência
– 1883 e 1885: Assim falou Zaratustra: um livro para todos e para ninguém
– 1886: Humano, Demasiado Humano, um Livro para Espíritos Livres
– 1886: Além do Bem e do Mal, Prelúdio a uma Filosofia do Futuro
– 1887: Genealogia da Moral, uma Polêmica
– 1888: O Anticristo – Praga contra o Cristianismo
– 1888: Ecce Homo, de como a gente se torna o que a gente é
– 1888: Nietzsche contra Wagner
Ana Carolina Morais Bittencourt 3 ano A
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ResponderExcluir"Eu vos digo: é preciso ter ainda o caos dentro de si, para poder dar à luz uma estrela dançante, eu vos digo: tendes ainda o caos dentro de vós” – Nietzsche, Assim Falou Zaratustra, p. 18
ResponderExcluirO além-do-homem é aquele que supera todo o ressentimento, é a criança da última das três metamorfoses, é a inocência do devir. Todos os modelos são deixados para trás, todos os ídolos são quebrados: só há espaço para a criação. O homem se torna artista, dono de si; não qualquer espécie de ditador, desmentindo qualquer vínculo com o nazismo (pobres daqueles que leram duas linhas de Nietzsche e o acham pessimista ou próximo do nazismo, este ainda tem um longo percurso pela frente).
O super-homem é aquele que apreendeu o verdadeiro sentido do eterno retorno: o retorno da diferença. Há um completo domínio das forças reativas, elas obedecem ao além-do-homem, faz-se uma hierarquia. As forças que querem criar se tornam mais fortes que as forças que querem conservar. Expressão da diferença no lugar de conservação do igual. O ser passa a se afirmar na diferença, o devir é o devir da potência na diferença.
Mateus William Silva Soares de Sá - 3ª série C
Aqui estão o top5 curiosidades sobre Friedrich Nietzsche:
ResponderExcluir1 - Família religiosa
Nietzsche nasceu numa família luterana. Seus dois avós eram pastores protestantes. O próprio Nietzsche pensou em seguir a carreira de pastor, entretanto, rejeitou a crença religiosa durante sua adolescência e o seu contato com a filosofia afastou-o da carreira teológica.
2 – Ateísmo
Ateu militante, Nietzsche tirou as consequências últimas do homem-deus, não visualizando para ele nenhum grande tormento caso ele seguisse o seu ideário até o fim. Ao contrário, previu e enalteceu o homem-idéia que, em função da sua causa seria uma máquina de insensibilidade, trafegando, altaneiro, bem acima dos preceitos morais do seu tempo. Fazendo novas regras restritas a uma elite, o Übermensch teria seu comportamento amoral regulado apenas pela sua inata vontade de domínio - Wille zur Macht - e por uma compulsiva sede de vida.
3 - Exército
Em 1867, Nietzsche foi convocado para servir ao exército, porém sofreu um acidente e consequentemente, foi dispensado. Novamente, em 1870, Nietzsche irá servir ao exército como enfermeiro.
4 – Doenças
As consequências de sua doença (cegueira, enxaqueca, dores de estômago) foram a causa para deixar seu trabalho como professor na Universidade de Basel.
5 – Dostoiévski
Nietzsche foi um confesso admirador de Dostoiévski, quase no mesmo momento em que o grande russo baixava à sepultura, em 1881, chegou à conclusões totalmente opostas ao grande russo quando iniciou a redação de Assim falou Zaratustra. A sua concepção de super-homem parece extraída diretamente daquelas novelas.
Georgy C.M.Publio 3c
Em suas obras, teceu críticas a cultura, religião e filosofia ocidentais. Defendeu a desconstrução dos conceitos que integrava a cultura ocidental do século XIX. Defendia a ideia de que para libertar, o pensamento deveria ser livre de qualquer forma de controle cultural e moral.Na visão de Nietzsche o ser humano superior não deveria se unir a outro ser humano que não fosse igualmente superior. Em sua visão, o amor é impedimento ao bom senso e o homem não deveria tomar decisões que afetem sua vida, em momentos de paixão, devendo o amor ser deixado para a ralé ou classe menos favorecida, cabendo ao ser superior, o super homem, unir-se com outro ser superior, para assim, dar seguimento ao desenvolvimento da raça e não apenas sua reprodução.O super homem idealizado por Nietzsche deveria ter uma educação eugênica, no sentido de melhoria da condição humana, condição este subordinada as mais intensas responsabilidades e cobranças por melhorias constantes, sem esmorecimentos ou condescendências, onde o corpo e a alma aprenderiam a obedecer e a vontade a subordinar-se a disciplina.
ResponderExcluirAluno: Pedro Felix Farias 3ªA
Em sua obra, Nietzsche critica a tradição da filosofia ocidental a partir de Sócrates, a quem acusa de ter negado a intuição criadora da filosofia anterior, pré-socrática.
ResponderExcluirNessa análise, o filósofo alemão, Nietzsche, estabelece a distinção entre dois princípios: o apolíneo e o dionisíaco, a partir, respectivamente, dos deuses gregos Apolo (deus da razão, da clareza, da ordem) e Dioniso (deus da aventura, da música, da fantasia, da desordem).
Para Nietzsche, esses dois princípios ou dimensões complementares da realidade – o apolíneo e o dionisíaco – foram separados na Grécia socrática, que, optando pelo culto à razão, secou a seiva criadora da filosofia, contida na dimensão dionisíaca.
ALUNO: FERNANDO 3A
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ResponderExcluirNo dia 15 de outubro de 1844, em um pequeno vilarejo da Prússia, nasce Friedrich Wilhelm Nietzsche, primeiro de três filhos de um pastor luterano. Este veio a falecer quando Nietzsche tinha apenas dois anos, seu pequeno irmão mais novo morre seis meses depois. Por razões monetárias, sua família mudou-se então para Naumburgo.
ResponderExcluirNa escola, Nietzsche ganhou o apelido de “o pastorzinho”, porque era avesso ao convívio social e se dedicava muito aos estudos. Desde essa época, o pequeno Nietzsche mostrava uma vontade de auto-domínio muito além da de seus amigos, este severidade consigo mesmo irá extender-se por toda sua vida. Como tinha grande admiração por poesia e música, começou então a escrever e compor.
João Marcos - 3º Ano - Centro
É muito difícil os homens entenderem sua ignorância no que diz respeito a eles mesmos
ResponderExcluir"Somente quando o homem tiver adquirido o conhecimento de todas as coisas poderá conhecer plenamente a si mesmo. Por que as coisas nada mais são que as fronteiras do homem."
O filósofo sugere que não há nada mais trabalhoso que o autoconhecimento. Então, para chegar-se a um elevado nível de sabedoria, o homem precisa se dispor a superar seus próprios limites, é claro, com prudência e ambição suficientes.
Daniela Brito, 3° ano A
Nietzsche acredita que a "vontade de potência" é uma expressão que possibilita concretizar em palavras um impulso vital, que parte do interior para o exterior. Neste sentido denota-se extravasão, aumento , dilatação . Percebe que o homem quer sempre algo mais, ou seja, o humilde quer ser estimado, o fraco quer ser forte. Resumindo numa palavra : é o querer , o qual equivale a querer tornar-se mais forte , querer crescer .
ResponderExcluirNo dia 15 de outubro de 1844, em um pequeno vilarejo da Prússia, nasce Friedrich Wilhelm Nietzsche, primeiro de três filhos de um pastor luterano. Este veio a falecer quando Nietzsche tinha apenas dois anos, seu pequeno irmão mais novo morre seis meses depois. Por razões monetárias, sua família mudou-se então para Naumburgo.
ResponderExcluirNa escola, Nietzsche ganhou o apelido de “o pastorzinho”, porque era avesso ao convívio social e se dedicava muito aos estudos. Desde essa época, o pequeno Nietzsche mostrava uma vontade de auto-domínio muito além da de seus amigos, este severidade consigo mesmo irá extender-se por toda sua vida. Como tinha grande admiração por poesia e música, começou então a escrever e compor.
Ao terminar seus estudos secundários, por influência de sua família, inscreve-se na Universidade de Bonn para cursar teologia, mas, a contragosto de sua mãe, decide largar os estudos para formar-se em filologia. Depois de concluir sua formação, devido aos seu grande conhecimento e respeito de seus superiores, é convidado a lecionar filologia na Universidade de Basiléia, conta então com apenas 24 anos.
A vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez.
ResponderExcluirAquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.
Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar.
O verdadeiro homem quer duas coisas: perigo e jogo. Por isso quer a mulher: o jogo mais perigoso.
"Eu não sou um homem, sou uma dinamite.". Pensamento rebelde e insolente desafia as normas de sua época e declara guerra aos valores do seu tempo.
Aluna:Janaína Tavares Dos Santos/ 3 ano A
Nietzsche como filólogo e filósofo tinha como base a desconstrução de conceitos da cultura vigente, ele acreditava que o pensamento deveria ser livre de controle moral ou cultural. Era um ateu militante, tecendo críticas à religião e também foi um grande admirador do filósofo russo Dostoiévski.
ResponderExcluirUma de suas obras mais famosas foi “Assim falou Zaratustra: um livro para todos e para ninguém” , escrito em três volumes entre 1883 e 1885 e, posteriormente o autor decidiu escrever mais três volumes, mas concluiu apenas mais um – sendo então a obra composta por quatro volumes, mas que após a morte de Nietzsche foi impressa em volume único. O livro utiliza da poética para abordar a história de um filósofo que se autonomeia Zaratustra após a fundação do Zoroastrismo na antiga Pérsia, com pitadas de ironias e sátiras do Velho e do Novo Testamento da Bíblia. Os volumes contém diversos episódios que podem ser lidos em qualquer ordem.
Henrique Oliveira da Cunha/ 3ano Carlos
Opção Candeias
Nietzsche não gostava muito da igreja católica. A sua afirmação na obra O Anticristo, de que “Deus está morto”, causa até hoje muita revolta nos cristãos. A principal ideologia do filósofo era a da moral cristã. Para ele, os cristãos não são bons porque se preocupam com o próximo, e sim porque têm medo de queimar no inferno. Ele também afirma que é nesse medo da punição que surge toda a fé cristã.
ResponderExcluirZaratustra prega contra o conceito do bem e do mal: o homem não deve nada; se tu queres, tu podes, exclama o profeta. Nada podemos saber sobre o que é bom e o que é mau. O que é necessário para a sociedade é que existam nobres que quebrem às antigas tábuas da lei, e que vivam em um mundo em que não há Deus, mas apenas deuses.
Disnei Paiva dos Santos Júnior 3A